A conjuntivite é a inflamação da membrana conjuntiva, que reveste o globo ocular e a parte interna da pálpebra. Normalmente, acomete os dois olhos, podendo durar de uma semana a 15 dias.
Trata-se de um quadro extremamente incômodo para quem é afetado, caracterizado por muita coceira e vermelhidão dos olhos.
Em suas formas infecciosas, é altamente contagiante e pode ser transmitida de uma pessoa a outra através do mínimo contato. Por isso, é importante investir na prevenção e, em caso de manifestação da doença, identificar o tipo de conjuntivite para saber qual a forma correta de tratamento.
As três formas mais comuns da conjuntivite são:
A conjuntivite apresenta sintomas extremamente incômodos e facilmente identificados. Por isso, após sua manifestação, o mais importante é consultar-se o quanto antes com o oftalmologista para identificar sua causa e, assim, realizar seu tratamento.
Os sintomas mais comuns da doença são:
Como já apontamos anteriormente, o tratamento varia de acordo com a forma da doença, e só pode ser definido por um oftalmologista.
Algumas medidas podem aliviar os sintomas, como por exemplo:
No caso da forma bacteriana da doença, pode ser indicado também o uso de um colírio com antibiótico.
Nem sempre é possível evitar a conjuntivite, mas existem algumas medidas que reduzem suas chances de se manifestar, ou de ser transmitida da pessoa já infectada para outra saudável.
Manter uma boa higiene das mãos e do rosto é fundamental. Além disso, existem atitudes que podem ser implementadas na convivência coletiva que também ajudam a reduzir a chance de contágio. Confira abaixo como se prevenir:
A conjuntivite pode se manifestar em qualquer época do ano, sendo que, nos dias quentes, bactérias e vírus podem se proliferar mais facilmente. Por outro lado, os dias frios são marcados por locais fechados, com pouca circulação de ar, o que também facilita o contágio.
Por isso, é fundamental manter a boa higiene das mãos e do rosto, além de se consultar com o oftalmologista assim que os sintomas se manifestarem. E o mais importante: não se automedique! O uso de colírios sem recomendação pode prejudicar o quadro ou causar outras doenças nos olhos.
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